31 de agosto de 2013

O dever de todo líder, o Discipulado.

Um dos maiores lideres cristãos da nossa história, foi o apostolo Paulo. E ele ao escrever um dos seus livros, I Timóteo, mostra a sua preocupação com o discipulado. A relação entre o apóstolo e Timóteo é o melhor exemplo disso, e ela se caracteriza pelo acolhimento e compreensão.

O acompanhamento de Paulo já acontecia, desde o momento da conversão de Timóteo. Ele resolveu investir na formação cristã do jovem convertido, isso se deu através de um contato pessoal que durou anos. Mesmo com o amadurecimento de seu liderado ele não o deixou. Apesar de seu discípulo já ter liderado várias igrejas, o autor da epistola se preocupa em dar detalhes da igreja de Éfeso, e também escreve corrigindo-o de alguns erros que só eram identificados por alguém que teria uma maior proximidade.

Falar sobre discipulado é falar sobre relacionamento, amizade, investimento de tempo e de vida. No cuidado pastoral de um líder não há espaço para fingimento, superficialidade e mentiras. Esse tipo de afinidade requer do líder cristão um conjunto de elementos como o ensino, acompanhamento, aconselhamento, exortação, exemplo, confiança, amizade e liberdade de expressão.

Ninguém investe de verdade se não investir tempo com a pessoa. Pois na relação de discipulado é necessário ouvir, conversar, passar um tempo junto. Não se desenvolve qualquer tipo de relacionamento de um dia para o outro.

Paulo apresenta, através de I Timóteo, um modelo pastoral de discipulado. Este padrão tem sua base no compromisso que o apóstolo tinha com a sua vocação. Ele sabia o tanto que era importante para as suas ovelhas o seu cuidado individualizado. O crescimento, o amor e os resultados desse tipo de investimento eram vistos á longo prazo. Porém os seus resultados eram verdadeiros. O desafio da liderança que tem compromisso com as escrituras é cumprir com fidelidade o seu dever como um líder, e uma deles é o discipulado.
             

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