29 de abril de 2014

O Papel dos Pais na formação da sexualidade dos filhos na adolescência


Converso com muitos adolescentes e pais e, nos aconselhamentos, na convivência, no bate papo e nos debates, percebo que muitos pais basicamente não tratam sobre a sexualidade dos seus filhos. 

Mas, quando existe algum diálogo sobre sexualidade, as conversas giram em torno das preocupações sobre gravidez e doenças sexualmente transmissíveis. E os pais “mais ousados” falam somente do lado biológico das mudanças do corpo do filho(a) adolescente, a famosa puberdade.

Todos nós sabemos que isso é muito pouco para um adolescente. Ainda mais que ele(a) ouve muito mais do que gravidez, mudanças no seu corpo e doenças sexualmente transmissíveis em seu contexto. A internet, a TV, os amigos e as redes sociais tratam desse assunto abertamente, porém de forma distorcida e anti cristã.

Os pais devem estar atentos ao que os seus filhos veem na TV, Internet, conversam pelo telefone, nas redes sociais e com os amigos. Porém, é fato que os pais não conseguirão impedir que essas informações erradas cheguem até os seus filhos.

Por isso, a preocupação com a formação da sexualidade dos filhos na adolescência é importantíssima. Os pais não podem se ausentar ou ensinar só algumas coisas menos polêmicas sobre sexualidade para os seus filhos e filhas. Mas devem procurar ler, buscar informações importantes sobre sexualidade, consultar pessoas que são referência cristã e, principalmente, se preocupar com as referências que o adolescente tem dentro de casa em relação a esse assunto.

Vale ressaltar que a proposta deste texto não é que os pais pensem que devem ser experts sobre sexualidade, e que tenham uma vida resolvida em sua sexualidade. Se fosse assim, sabemos que muitos, ou quase todos os pais, não estariam prontos para tratar desse assunto com seus filhos. Mas o objetivo do texto é levá-los a não fugir de conversas sobre isso com seus filhos e que, apesar de não saber tudo busquem ensinar um padrão de uma sexualidade sadia, para que os adolescentes tenham onde buscar uma referência.

“Ensina a criança no caminho em que se deve andar e ainda quando velho não se desviará dele”. Pv. 22.6

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