22 de abril de 2015

Será que tenho algum tipo de Vicio?



Toda pessoa ao pensar se ela tem algum vicio, normalmente a resposta seria 'não!' Isso acontece porque associamos ao vicio alguma dependência seja química, com cigarro, bebida, ou algum descontrole exagerado, como por exemplo pessoas que comem compulsivamente, ao ponto de se tornarem obesos mórbidos.

Porém existem muitos outros tipos de vícios, que a nossa sociedade e nós não classificamos como tal, mas são do mesmo jeito, e que trazem prejuízos da mesma forma. Mas a uma pequena diferença, é que às vezes são mais discreto e têm menos preconceitos do que as drogas e  bebidas.

É importante ressaltar que, vicio é tudo aquilo que domina o ser humano de tal maneira que essa pessoa não consegue mais controlar. A dependência a algo ou alguma coisa, normalmente está ligado a gosto, desejo ou atividade que temos prazer ao realiza-la, porém, levamos de forma exagerada e sem controle algum ao ponto de começarmos a nos prejudicar e ao outros com quem nos relacionamos.

Diante dessa definição, podemos então claramente encontrar os tipos de vícios que encontramos em nossa sociedade atual, como por exemplo: o vício aos games, as redes sociais, vídeos no youtube ou na TV, os filmes, o trabalho, a religião, a igreja, ao namoro, amigos, ao whatsaap ou outros aplicativos,o time de futebol, etc.

O que fazer quando descobrimos que aquilo que gostamos se tornou um vicio? Como posso voltar a ter equilíbrio e fazer o que gosto sem que o uso disso me prejudique?

Existem muitas explicações e até mesmo atitudes que podem ser feitas para a mudança e abono do vicio. O primeiro passo é reconhecer, o segundo é entender que o vicio nada mais é que uma fuga, de algo que estamos enfrentamos ou já passamos um dia, não queremos encarar. Por isso usamos inconscientemente o que gostamos para não encarar essa realidade. Nesse caso é importante entendermos que o vicio não resolve os nossos problemas.

E por último, outra dica importante é o domínio próprio. A bíblia diz em Pv 25.28: “Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio”; portanto devemos ter domínio próprio, pois ele servirá como um muro para impedir que entrem em nossas vidas, pensamentos, fugas, ou influências que servirão para destruir nossas vida.

Toda falta de domínio de algo que gostamos, não é benéfico. Diante do que aprendemos, cabe a cada um de nós reconhecer seus vício, saber se dominar, e  com equilíbrio abandoná-lo completamente.

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